Na década de 10,segundo o livro Anuário(1911),já se cogitava a criação de um museu em BH.Somente em 1935,é que o escritor e historiador Abílio Velho Barreto(1883-1962),foi convidado para organizar o Arquivo Municipal;este,encontrando algumas peças históricas,levou ao conhecimento do então prefeito Juscelino Kubitschek de Oliveira,que pelo decreto nº91,de 20 de Maio de 1941,criou uma seção de história da cidade anexa àquele Arquivo.Então surgiu a idéia de se transformar aquela seção em museu e logo a Fazenda Velha do Leitão,único prédio inalterado existente do antigo arraial,fora indicado para ser o museu da cidade.Prontificou-se o serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional a restaurá-lo,pois ameaçava ruir,e,isso foi feito,de sorte que,em 18 de fevereiro de 1943,restaurado o velho prédio,instalou-se o Museu Histórico de Belo Horizonte.Ficando Abílio Barreto,encarregado de ser o diretor do patrimônio do museu da cidade.Com a morte de Abílio Barreto em 1962,o museu pasou a se chamar "Museu Abílio Barreto",em homenagem a seu ilustre idealizador.Um fato curioso:Abílio Barreto e o prefeito Juscelino eram conterrânios,naturais de Diamantina.mlmlmarcoslima@gmail.com.
Na década de 10,segundo o livro Anuário(1911),já se cogitava a criação de um museu em BH.Somente em 1935,é que o escritor e historiador Abílio Velho Barreto(1883-1962),foi convidado para organizar o Arquivo Municipal;este,encontrando algumas peças históricas,levou ao conhecimento do então prefeito Juscelino Kubitschek de Oliveira,que pelo decreto nº91,de 20 de Maio de 1941,criou uma seção de história da cidade anexa àquele Arquivo.Então surgiu a idéia de se transformar aquela seção em museu e logo a Fazenda Velha do Leitão,único prédio inalterado existente do antigo arraial,fora indicado para ser o museu da cidade.Prontificou-se o serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional a restaurá-lo,pois ameaçava ruir,e,isso foi feito,de sorte que,em 18 de fevereiro de 1943,restaurado o velho prédio,instalou-se o Museu Histórico de Belo Horizonte.Ficando Abílio Barreto,encarregado de ser o diretor do patrimônio do museu da cidade.Com a morte de Abílio Barreto em 1962,o museu pasou a se chamar "Museu Abílio Barreto",em homenagem a seu ilustre idealizador.Um fato curioso:Abílio Barreto e o prefeito Juscelino eram conterrânios,naturais de Diamantina.mlmlmarcoslima@gmail.com.
ResponderExcluir